Armarinhos Eliane
Godoy Moreira - Família procura por idoso que desapareceu durante roçada em um sítio
Um idoso, está sendo procurado pela família após ter desaparecido na tarde de ontem quarta-feira (10) de um sítio no município de Godoy Moreira, no Vale do Ivaí, centro norte do Paraná.
O homem identificado como Adão estava trabalhando na roça em um sitio na região da Água do Tentilhão e da Água da Bananeira quando desapareceu.
Conforme o boletim de ocorrência da Polícia Militar (PM), o colega de serviço relatou que estava trabalhando com idoso e por volta das 16 horas percebeu que ele não estaria mais nas imediações do sítio.
Disse ainda, que ele estava roçando o sentido contrário do idoso e que por esse motivo não saberia informar o rumo que ele seguiu.
Logo após o desaparecimento, o colega foi até um sítio vizinho e pediu para que ligassem para o dono da propriedade informando o desaparecimento.
O dono do sítio compareceu ao destacamento policial por volta das 22 horas e registrou a ocorrência.
Ele relatou que foram realizadas buscas até às 21h30. Por estar muito escuro deixaram as buscas que seriam reiniciadas na manhã desta quinta-feira (11).
Qualquer informação sobre seu paradeiro do idoso, pode entrar em contato (44)997592281 ou (44)997329954.
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Agricultura familiar: veja o guia que ensina como divulgar e vender produtos pela internet
Construído a partir das experiências bem sucedidas, documento quer ajudar a agricultura familiar a driblar os efeitos da pandemia.
A pandemia da Covid-19 reduziu o fluxo de pessoas nos comércios e levou ao fechamento de lojas e feiras que eram importantes para a comercialização de produtos da agricultura familiar. A crise aflorou uma questão urgente: é necessário digitalizar os negócios, para conseguir escoar os alimentos.
Porém, uma parte considerável dos produtores rurais brasileiros não tem familiaridade com redes sociais e plataformas de e-commerce — muitos nem sequer têm acesso à internet de qualidade. Por isso, a Central de Comercialização das Cooperativas da Caatinga decidiu desenvolver um guia para ajudar o agricultor familiar a se localizar no mundo virtual.
“Com a pandemia surgiu a ideia de construção deste guia, por conta da dificuldade de comercialização enfrentada pelos produtores. A questão logística ficou difícil, fazer o produto chegar ficou difícil”, conta o diretor-presidente da entidade, Adilson Ribeiro dos Santos.
E mesmo em município movimentado, as vendas da loja física da Central da Caatinga caíram. “Nosso público tem, em média, 60 anos ou mais. São pessoas que procuram alimentos mais saudáveis, com menos agrotóxicos. Esse público, por conta da pandemia, acabou se ausentando da loja. Parou a visitação e a compra”, comenta Santos.
Para a construção do “Guia Prático para Comercialização de Produtos da Agricultura Familiar: Lições aprendidas no período de pandemia e novas perspectivas”, a central contratou uma consultoria especializada em marketing e outras áreas importantes.
Mas o presidente da entidade destaca que as recomendações não saíram apenas da cabeça de pessoas que ficam em escritórios. “Essa equipe fez entrevistas com vários empreendimentos da agricultura familiar.Teve todo um público envolvido, e esse guia sai com a cara do produtor”, afirma.
O documento, que contou com financiamento do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), é totalmente gratuito (confira no fim da publicação) e aborda desde a questão da divulgação dos produtos nas redes sociais até questões tributárias relacionadas a vendas interestaduais.
Internet é um grande canal de comercialização da agricultura familiar
A Central da Caatinga dá o exemplo ao expandir os negócios online. A loja virtual já atende os municípios de Juazeiro e Petrolina, mas está sendo adequada para vendas a nível nacional. Isso passa por ajustes tributários, contratos com transportadoras que possam baratear os custos de transporte etc. “No máximo até junho já estará no ar para todo mundo que queira comprar um produto da nossa região”, diz.
Segundo Santos, a comercialização por meio da internet é tendência. Além disso, as redes sociais também são um meio importante para divulgação dos produtos. “Levam a outros lugares, onde o seu catálogo não chegaria”, diz.
No caso dos agricultores familiares que não têm condição de montar uma loja virtual, o presidente da central recomenda se juntarem em associações e cooperativas. A união, aliás, é o caminho apontado por ele para facilitar os negócios. “Quanto mais nos juntarmos na lógica do negócio, mais capacidade de entrega teremos. Vamos garantir sustentabilidade, trabalho e renda para esses produtores”.
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Paraná - Três professoras da rede estadual são finalistas do Prêmio Educador Transformador 2023
O concurso premia sete vencedores e 70 finalistas, de todas as regiões, com bolsas de estudos, viagens e entradas em eventos pedagógicos. As professoras Maria Carolina Alves,Sarita Maria Pieroli, e Maria Aldinete de Almeida Reinaldi, são as finalistas paranaenses.
Evidenciando que os professores do Paraná estão no topo, três educadoras da rede estadual estão entre os 70 finalistas do Prêmio Educador Transformador 2023, cujo resultado será divulgado nesta quarta-feira (10). O concurso é fruto da união entre Bett Brasil, Instituto Significare e Sebrae e tem o objetivo de reconhecer o trabalho dos profissionais por meio de projetos educacionais de impacto que tenham sido desenvolvidos a partir de iniciativas dos próprios educadores, na comunidade escolar.
O concurso reúne profissionais da educação das regiões Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste, cujos projetos são enquadrados dentro de sete categorias: Educação Infantil, Ensino Fundamental - Anos Iniciais, Ensino Fundamental - Anos Finais, Ensino Médio Regular, Educação Profissional, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação Superior. O concurso premia sete vencedores e 70 finalistas, de todas as regiões, com bolsas de estudos, viagens e entradas em eventos pedagógicos.
Entre os finalistas da Região Sul, na categoria “Educação Profissional", está a professora Maria Carolina Alves, do Centro Estadual de Educação Profissional Prof. Maria Lydia Cescato Bomtempo (CEEP- Assaí), no município de Assaí, região Norte do Estado. A educadora concorre ao prêmio com o projeto “Praça CEEP”, realizado pelos alunos do Curso Técnico de Edificações.
“O projeto nasce da necessidade de incentivar os alunos com atividades práticas, nas quais eles possam vivenciar o mercado de trabalho”, destacou. Com o apoio da Secretaria Municipal, o projeto saiu do papel e hoje os alunos estão “colocando a mão na massa”, e ajudando na construção do espaço para usufruto público.
A professora afirma que se emocionou quando soube que estava entre os finalistas. “É maravilhoso ver o envolvimento dos alunos e saber que contribuímos para a construção do senso de cidadania e favorecimento da população do município. Vejo que estamos no caminho certo”, disse.
“Resiliência na busca por cidades mais sustentáveis”, projeto da professora Sarita Maria Pieroli, produzido por alunas na aula de Empreendedorismo Social, no Colégio Estadual Marcelino Champagnat, de Londrina (Norte), é finalista na categoria Ensino Fundamental.
O trabalho da professora Maria Aldinete de Almeida Reinaldi, do Colégio Estadual Castro Alves, em Cornélio Procópio, no Norte. A educadora é responsável pelo projeto “Feira de Empreendedorismo e Marketing", dos alunos do Curso de Técnico de Administração.
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Tecnologia da irrigação visando uma cafeicultura mais sustentável
Os princípios de uma cafeicultura sustentável são custos externos e impactos indesejáveis cada vez mais minimizados, ciclo de nutrientes balanceados e perdas minimizadas.
A cafeicultura brasileira tem se transformado a cada ano que passa, com consumidores globais cada vez mais exigentes, não somente com o aspecto qualidade, mas exigindo também uma produção cada vez mais sustentável e com rastreabilidade. Com isso, os cafeicultores têm buscado cada vez mais práticas que contribuem com o meio ambiente e ações voltadas à responsabilidade social.
Os princípios de uma cafeicultura sustentável são custos externos e impactos indesejáveis cada vez mais minimizados, ciclo de nutrientes balanceados e perdas minimizadas, conservação do solo e água, diversidade biológica reforçada, monitoramento de pragas e doenças e sempre levando em conta o viés social. Com desafio de manter altas produtividades e qualidade.
Com isso tecnologias tem auxiliado os cafeicultores a trabalharem a sustentabilidade dentro da propriedade, dentre elas a irrigação que permite os cafeicultores produzirem mais em uma mesma área sem necessidade de expansão agrícola, além da possibilidade de realizar aplicações de fertilizantes, produtos para proteção de cultivo via sistema de irrigação, sendo uma prática rentável e benéfica para o meio ambiente.
Um estudo de caso de uma fazenda localizada na Alta Mogiana, no município de Pedregulho (SP), que utiliza a tecnologia de irrigação localizada, passou de 30 sacas/ hectare do sequeiro para 62 sacas/ hectare no primeiro ano de produção e utiliza o sistema para aplicação de fertilizantes e proteção de cultivo, proporcionando operações mais assertivas, sem depender de clima e inseguranças operacionais, assim tendo um maior aproveitamento dos fertilizantes.
Na Fazenda, antes da instalação do sistema de irrigação localizada, eram realizadas 4 aplicações convencionais de fertilizantes, com rendimento de 5 hectares/hora/máquina, 400 litros de diesel, salário do operador gerando um custo operacional de R$25.000,00. Já com o sistema de irrigação localizada foi possível reduzir 40% dos gastos operacionais, sendo investidos apenas o salário do operador de irrigação e energia elétrica. Outro benefício foi a redução das entradas de maquinários na área, reduzindo a compactação e emissão de carbono pela atmosfera.
Além disso, foi possível o maior parcelamento do plano de adubação, que passou de 4 parcelamentos do convencional para 24 parcelamentos no fertirrigado. A aplicação de nutrientes de forma pontual é muito benéfica para produção de cafés de qualidade superior. Na fazenda os resultados foram grãos mais graúdos e com incremento de qualidade, e lotes com café 87 pontos e 23 % peneiras 18 acima.
Inclusive a Fazenda utiliza o monitoramento da irrigação com uso de sensores como o tensiômetro, o que traz a acurácia na medição, mostrando o que realmente o solo possui de água disponível para as plantas. Com o monitoramento e uso dos sensores a fazenda reduziu 70 % custos de água e energia no ano safra 21/22 comparado com ano anterior.
A irrigação é uma tecnologia que além de aumentar significativamente a produtividade e reduzir custos, é uma grande aliada a cafeicultores que visam uma cafeicultura mais sustentável, sempre buscando um manejo mais assertivo.
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Criança de 2 anos morre ao ser atropelada em saída de escola após apresentação de Dia das Mães
Uma criança de 2 anos morreu atropelada após se soltar da mãe e ser atingida por um ônibus, na saída de uma apresentação de Dia das Mães, que aconteceu na escola em São Vicente, no litoral de São Paulo, na última terça (9).
O menino se soltou da mão da mãe e acabou correndo sozinho em direção à rua, quando sofreu o acidente. A vítima, que não teve o nome divulgado, morreu no local.
Um pouco antes do ocorrido, o garotinho tinha participado da apresentação em homenagem à mãe.
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Bebê é diagnosticado com doença rara que faz sua pele ser tão frágil quanto asas de borboleta; entenda
Bebê é diagnosticado com doença rara que faz pele ser tão frágil quanto asas de borboleta em MG; entenda
Rio Bom - Idoso acamado é vítima de estelionato
A polícia militar foi acionada para registrar uma ocorrência na Rua João Vinte e Três,na manhã de ontem terça-feira,09 de maio, na área central da cidade de Rio Bom. De acordo com boletim de ocorrência, a vítima teria problemas de saúde e estaria acamada. Um casal chegou em sua residência prometendo que faria um remédio que iria curá-la.
Os estelionatários fizeram um "líquido" para o homem beber, e pediram que colocasse embaixo do colchão o dinheiro que tivesse em casa. De acordo com os suspeitos, a vítima deveria pegar esse valor após duas horas e, então, estaria curada.
O morador de Rio Bom fez como orientado, mas quando foi pegar o valor, percebeu que os R$ 550 que havia colocado no colchão haviam sido furtados. Nesse momento, a PMPR foi acionada.
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Agropecuária - Solução nutricional auxilia na redução da mastite, doença comum nas propriedades leiteiras
Um dos maiores desafios da pecuária de leite é a mastite, uma doença comum e cara que pode ser prevalente em até 80% dos animais de reposição ou em reprodução, sendo a terceira razão pela qual as vacas são removidas permanentemente de um rebanho.
O custo de tratamento pode superar R$ 1.500 por animal”, alerta a zootecnista Vanessa Carvalho, gerente de produtos e serviços técnicos para bovinos de leite da Phibro Saúde Animal.
Vanessa explica que a mastite ocorre quando patógenos invadem a glândula mamária. “Devido à infecção, o sistema imunológico inicia uma resposta inflamatória, recrutando glóbulos brancos para a glândula mamária. Na mastite subclínica, há aumento na ‘contagem de células somáticas’ (CCS), mas nenhuma alteração visível na aparência do leite.
Por outro lado, no caso de mastite clínica, há alteração visível nas características do leite, incluindo alteração na cor, aparência aquosa ou sanguinolenta e coágulos.”
A especialista da Phibro alerta que as perdas econômicas da mastite são, principalmente, aumento da taxa de descarte de animais, redução da produção de leite, descarte de leite de vacas tratadas, perda de bonificação com aumento da contagem de células somáticas e gastos com medicamentos, serviços veterinários e aumento da mão-de-obra.
“Estudos realizados no Brasil mostraram que quartos mamários com mastite subclínica produziram até 42% menos leite do que quartos mamários normais.”
Vanessa Carvalho esclarece que os casos de mastite podem ser reduzidos quando o sistema imune das vacas estiver fortalecido. “Um sistema imunológico mais saudável leva à redução da infecção da glândula mamária, diminuindo casos de mastite clínica e CCS.
” A especialista ressalta que, além dos cuidados com o manejo dos animais, da higiene do local onde os animais ficam (incluindo a sala de ordenha) e da formação adequada de lotes, o “uso de soluções nutricionais pode auxiliar no processo de prevenção e controle da mastite.”
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Homem sente cheiro forte em quarto de hotel e descobre cadáver embaixo da cama
Um homem que estava hospedado em um hotel acabou descobrindo um cadáver embaixo da cama após sentir um cheiro forte no quarto. O caso aconteceu em Tibete, na China, no mês passado, mas a história só veio à tona recentemente.
O rapaz sentiu o odor estranho logo que chegou no local, mas como estava muito cansado, deitou e dormiu. O hóspede saiu para jantar e ao retornar percebeu que o cheiro continuava presente no cômodo.
Indignado, o turista pediu para trocar de quarto. No entanto, a polícia já havia sido chamada. Os agentes procuravam por um corpo nas imediações e foram avisadas do cheiro estranho do hotel.
Durante as buscas no quarto, os policiais encontraram um cadáver com sinais de violência debaixo da cama. O caso segue sendo investigado e até o momento um suspeito foi preso.
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Criança de 5 anos é raptada pelo pai na porta de escola; criança foi levada para SP sem o consentimento da mãe
Uma câmera de segurança em frente a uma escola de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, registrou, na última segunda-feira (8), por volta das 9h, o exato momento que um homem raptou uma criança de 5 anos.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou o homem como o pai da criança, que levou a menina para São Paulo sem o consentimento da mãe. Eles foram localizados no Aeroporto de Guarulhos nesta terça-feira.
No vídeo, é possível ver um homem de camiseta e chapéu preto, parado em frente a um carro, aguardando a chegada da criança com a tia materna. Assim que o veículo com a criança estaciona na calçada da escola, ele começa a se movimentar.
As imagens mostram o homem acelerando e pegando a criança no colo. Em seguida, ele corre na direção do carro que ele deixou com as portas abertas e arranca com o veículo. A tia da criança corre desesperada e tenta alcançar o homem, mas não consegue impedir a ação.
Na última terça-feira (9), a Polícia Civil do Rio de Janeiro conseguiu resgatar a criança no Aeroporto de Guarulhos, quando o homem pretendia devolver o carro alugado para a ação. O resgate foi feito pelos policiais da 36ª DP (Santa Cruz) e da 89ª DP (Resende), com o apoio dos agentes da Polícia Civil de São Paulo.
O caso começou a ser investigado como sequestro, visto que as informações iniciais indicavam que o homem era um desconhecido.
Contudo, durante as investigações, os policiais conseguiram identificar o carro utilizado na ação. Os agentes descobriram que o veículo tinha sido alugado numa locadora no Aeroporto de Guarulhos, pelo próprio pai da criança. O resgate desta terça ocorreu quando o pai da criança chegou ao aeroporto para devolver o veículo alugado. A menina retornou para o estado do Rio de Janeiro e foi devolvida à mãe.
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Rosário do Ivaí - Homem é preso após denúncia de violência doméstica contra a esposa e abuso sexual da enteada menor de idade
O fato ocorreu na noite de ontem terça-feira,09 de maio, quando a equipe da Polícia Militar foi foi acionada pelo conselho tutelar da cidade de Rosário do Ivaí.
A onde uma mulher relatou sofrer violência doméstica pelo marido a algum tempo e na data de hoje não aguentava mais ser coagida e humilhada. a equipe deslocou até a sede do conselho no endereço supra citado e no local fez contato com a solicitante, que relatou que a mais de 5 anos vem sofrendo violência moral e fisica de seu amásio, com xingamentos, humilhação e também agressão fisica. relata a solicitante que todos os dias seu amasio a xinga na frente dos filhos inclusive na data de hoje sofreu xingamentos do tipo "sua vagabunda, você não presta etc".
Informou também a psicologa do conselho tutelar que a enteada de autor de 13 anos, sofreu abusos sexuais do mesmo quando ela tinha 07 anos de idade mas tinha medo de contar sobre o fato. diante do exposto e de acordo com a vontade de representação da vitima sobre a violência doméstica a equipe deu voz de prisão.
Que estava do lado de fora da sede do conselho tutelar, e conduziu ambas as partes até o destacamento policial militar para confecção do boletim em seguida ao hospital municipal para laudo de lesão e posteriormente á 53ª delegacia de policia civil de Faxinal.
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Pirarucu de 2,5 metros dá bote ‘estoura’ boca de pescador na Amazônia; veja vídeo
O youtuber Fabio Fregona, conhecido como Baca, publicou, nesta segunda-feira, o registro da pesca de um pirarucu de quase 2,5 metros e mais de 130 quilos, no que ele considera “a maior batalha” de sua vida.
Nas imagens, gravadas em um rio da Amazônia, em Rondônia, é possível ver o momento em que o animal dá um bote para se soltar, e acaba machucando a boca de Fregona, que diz ter chegado “ao limite” e aprendido a sua “lição”.
O vídeo publicado pelo pescador em suas redes sociais mostra a luta de Fregona para manter o animal em cima do caiaque. Na legenda, o pescador conta que sentiu medo e reconhece os riscos que correu.
“Quando pesquei há dois anos atrás um pirarucu de 2 metros, achei que tinha zerado a vida, que seria impossível bater esse recorde... Mas o destino tinha outros planos... Hoje trago para vocês a maior batalha da minha vida, de novo com um pirarucu, só que agora com bem mais de 2m — cerca de 2,30m — que, de acordo com as métricas, deve pesar uns de 130 quilos”, publicou.
“Confesso que tive medo, sei que corri grandes riscos, muitos deles por querer tirar e soltar o peixe o mais rápido possível, para devolvê-lo saudável à natureza. O resultado disso é ter que manusear um dos peixes mais perigosos do mundo, gigantesco, sozinho, no seu ambiente, com todo gás para se defender. Cheguei ao meu limite e tive a minha lição.
Para quem não viu, o vídeo já está no canal... E é histórico!”, completou o pescador, que, ao fim do texto, pede respeito pela natureza e incentiva a pesca esportiva não-predatória: “Preserve! Só há pescaria se o peixe estiver vivo… Pesque e solte”.
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Milho para silagem: veja 5 dicas para obter alta produtividade
Obter uma alta produtividade é o resultado que todo produtor deseja, e com a produção de milho para silagem não poderia ser diferente.
Nesse artigo vamos ter a oportunidade de discutir alguns pontos sobre o milho para silagem que podem reduzir os custos de produção e ajudar a garantir o sucesso da próxima safra.
Alguns assuntos que serão abordados já fazem parte da rotina de muitas propriedades, no entanto, alguns procedimentos ainda são pouco comuns em parte delas.
1. Conhecimento da fertilidade do solo da gleba, correções de solo e a adubação utilizada
Acredita-se que esse seja o primeiro passo a ser dado para o planejamento de todas as safras em qualquer fazenda. Com o aumento dos valores dos corretivos e fertilizantes, atualmente esses insumos podem representar quase 60% dos custos para produção de silagem de milho.
Assim, se o técnico conhecer bem a fertilidade da área, através de uma boa análise de terra é possível em muitos casos utilizar uma fórmula menos concentrada e reduzir o impacto do insumo fertilizante no custo final da lavoura.
Só para se ter uma ideia da importância da recomendação adequada de adubação, basta dizer que muitos produtores utilizam como adubo de plantio 400 kg/ha de NPK 08 28 16 ano após ano. Isso é justificado em muitos casos pelos baixos níveis de fósforo encontrados nos primeiros anos de cultivo em muitas áreas.
No entanto, à medida que as glebas são cultivadas, os teores de fósforo vão aumentando no solo. Assim, pode-se chegar numa situação em que o produtor passa a utilizar, por exemplo, a formulação NPK 10 20 10. Essa simples mudança de formulação poderá significar uma economia de cerca de 400 reais/ha, sem reflexos em perdas de produção.
Se for considerado um custo de 3.000 reais/ha, o produtor teria uma economia de 13%. No entanto, isso só será possível se o produtor contar com apoio técnico apropriado e utilizar essa ferramenta eficientemente em suas áreas.
A adubação deve ser equilibrada, e ser feita de acordo com as necessidades da cultura, expectativa de produção e fertilidade do solo, dentre outros. Assim, no exemplo anterior, o produtor de silagem poderia estar usando uma adubação excessiva em fósforo, com maior custo e baixa em potássio.
O milho é uma das culturas com maior necessidade de potássio para se atingir uma boa produtividade. Como 70 a 80% do potássio é armazenado nas folhas e colmo, quando se trata de uma lavoura de grãos, a maior parte do nutriente retorna ao solo, ao contrário de uma lavoura de silagem, em que toda planta é colhida.
Os dados para exemplificar esse fato foram extraídos de resultados de pesquisa da Embrapa Milho e Sorgo. Na Tabela 1, a seguir, é feita uma comparação entre as necessidades de potássio para uma lavoura de grãos e para uma lavoura de silagem, em áreas com diferentes tetos produtivos.
Para reposição do potássio extraído, parte do nutriente pode ser adicionado no adubo de plantio (até 50 kg/ha), parte via adubação de cobertura, junto com o nitrogênio e parte antes ou imediatamente após a semeadura, aplicado a lanço. As quantidades e a melhor forma de aplicação deverão ser definidas pelo técnico, juntamente com o proprietário e/ou gerência da fazenda.
2. Manutenção do solo coberto a maior parte do tempo e adoção da semeadura direta/cultivo mínimo
Principalmente nas propriedades do Brasil Central, muitos produtores ainda cultivam suas áreas no sistema convencional, ou seja, colhem a silagem do milho com solo úmido, colocam o gado na “palhada” durante a época seca do ano e preparam o solo para um novo plantio no final do ano.
Geralmente, o preparo corresponde a uma aração, seguida de uma gradagem pesada e uma ou duas gradagens niveladoras, anteriores ao plantio.
Por outro lado, são inegáveis as dificuldades do sistema de semeadura direta nessas propriedades, pelo reduzido tamanho das áreas, dificuldade de equipamentos, compactação de alguns solos argilosos, em que a colheita ocorre com solo úmido.
Mesmo diante dessas dificuldades práticas, é possível reduzir a frequência no preparo do solo, de três a quatro operações para uma ou duas, na pior das hipóteses. O que tem gerado bons resultados é a semeadura de uma cultura para cobertura morta do solo, imediatamente após o corte do milho (fevereiro-março).
A planta de cobertura deverá ser semeada o mais rápido possível após a colheita, para se aproveitar a umidade do solo e as chuvas remanescentes. Essa semeadura pode ser realizada com um único implemento, que subsola o solo, distribui as sementes e faz uma leve compactação das sementes com um rolo destorroador, ao invés das arações ou gradagens.
Além disso, o uso do subsolador é feito no final do período chuvoso, reduzindo os riscos com erosão. Como esse implemento não é comum em todas as propriedades, pode-se fazer a terceirização desse serviço, a aquisição do implemento em algumas propriedades ou mesmo compra associada.
Pode-se também utilizar um único implemento para preparo do solo, como o subsolador, e distribuir as sementes com o distribuidor de fertilizantes. A espécie de cobertura a ser utilizada depende da região e dos objetivos do técnico e proprietário. Pode-se inclusive fazer uma safrinha de sorgo, girassol ou feijão, dependendo da situação.
3. Época da semeadura do milho
A presença de plantas de cobertura tem a função de proteção do solo, retenção de umidade, reciclagem de nutrientes e aumento da matéria orgânica, dentre outros.
Cerca de 60 dias antes da semeadura do milho, a área já deverá ter sido roçada, para que haja brotação e/ou germinação de ervas e a área seja manejada para um novo plantio.
O tempo entre a dessecagem e a semeadura é variável (15 a 30 dias) com a planta de cobertura. Esse tempo é importante para a redução da população de alguns insetos prejudiciais à cultura (lagartas, vaquinhas, besouros, dentre outros), além de permitir uma boa condição de plantio.
Para evitar riscos é sempre recomendável esperar um acumulado de chuva para o início da semeadura (cerca de 80 a 100 mm, dentro de 8 a 10 dias), além de previsões futuras de chuvas. No entanto, deve-se evitar desrespeitar a data recomendada de plantio para cada região.
Para a região central do Brasil existem dados na literatura mostrando perdas de 30 a 60 kg/ha para cada dia de atraso, após o dia 15 de novembro.
4. Qualidade de plantio e posicionamento dos híbridos
A qualidade da semeadura é essencial para que qualquer híbrido expresse seu potencial, quando todos os outros atributos estão adequados (correção de solo, adubação e clima apropriado).
Para que isso ocorra, além de um preparo de solo e/ou dessecagem (áreas de cultivo mínimo ou plantio direto), deve-se fazer uma pré-regulagem da semeadora com antecedência, escolha correta dos discos, no caso dos sistemas mecânicos e um bom tratamento de sementes de acordo com pragas da região, a fim de se evitar perdas de população que comprometam a produtividade final da lavoura.
Só para se ter uma ideia da importância da recomendação adequada de adubação, basta dizer que muitos produtores utilizam como adubo de plantio 400 kg/ha de NPK 08 28 16 ano após ano. Isso é justificado em muitos casos pelos baixos níveis de fósforo encontrados nos primeiros anos de cultivo em muitas áreas.
A planta de cobertura deverá ser semeada o mais rápido possível após a colheita, para se aproveitar a umidade do solo e as chuvas remanescentes. Essa semeadura pode ser realizada com um único implemento, que subsola o solo, distribui as sementes e faz uma leve compactação das sementes com um rolo destorroador, ao invés das arações ou gradagens.
Além disso, o uso do subsolador é feito no final do período chuvoso, reduzindo os riscos com erosão. Como esse implemento não é comum em todas as propriedades, pode-se fazer a terceirização desse serviço, a aquisição do implemento em algumas propriedades ou mesmo compra associada.
Pode-se também utilizar um único implemento para preparo do solo, como o subsolador, e distribuir as sementes com o distribuidor de fertilizantes. A espécie de cobertura a ser utilizada depende da região e dos objetivos do técnico e proprietário. Pode-se inclusive fazer uma safrinha de sorgo, girassol ou feijão, dependendo da situação.
Geralmente, é recomendado o tratamento de sementes a base de carbamatos (tiodicarbe) para reduzir a população inicial das pragas de solo e mastigadores (lagartas). Para regiões com problemas de insetos sugadores, geralmente as sementes são tratadas com produtos a base de imidacloprid ou tiametoxan.
No caso específico do complexo de enfezamentos, doenças veiculadas pela cigarrinha-do-milho, Dalbulus maidis, a principal medida a ser adotada é o uso de híbridos resistentes à doença.
Por outro lado, os híbridos também não podem ser escolhidos por modismo ou acaso. Os híbridos deverão ser escolhidos de acordo com sua adaptabilidade à região, época de plantio, altitude (abaixo de 400 metros, acima de 700 metros ou transição, entre 400 e 500 metros), tolerância às principais doenças que ocorrem na região e o potencial de produção.
É recomendado plantar mais de um híbrido na propriedade, principalmente porque as glebas são diferentes entre si. Nenhum híbrido é perfeito, sempre têm pontos fortes e fracos, que devem ser considerados por ocasião da seleção.
5. Manejo cultural do milho para silagem
Após a semeadura, devem ser efetuadas as operações de manejo (manejo de ervas, pragas, doenças, adubação, etc.). O milho é uma planta muito sensível à presença de ervas até o fechamento da lavoura (aproximadamente 40-50 dias após a semeadura).
Dessa forma, durante todo esse período a lavoura deverá ser monitorada. A melhor época de efetuar o controle de ervas é quando o milho atingir por volta de 3 a 4 folhas abertas, denominados de estágio V3 e V4 (12 a 20 dias, após a semeadura, dependendo do híbrido, época de semeadura, umidade, região, etc.).
Deverão ser avaliadas as ervas predominantes no local e aplicados os herbicidas de acordo com as espécies presentes (folhas largas ou estreitas).
O milho é uma cultura atacada por diversas pragas, sendo as principais a lagarta-do-cartucho, cigarrinhas-das-pastagens, broca-da-cana, lagarta-elasmo, lagarta-rosca, percevejos, dentre outras.
No caso das lagartas, mesmo com o tratamento de sementes, geralmente ocorrem prejuízos se não forem tomadas medidas de controle, posteriormente, ao se detectar os insetos na lavoura. O manejo dependerá da infestação na área.
Dessa forma, assim que houver 15 a 20% das plantas de milho raspadas pela lagarta-do-cartucho, será feito o controle. Existem no mercado mais de 100 produtos registrados para esse fim.
Além do controle de ervas e pragas, deve-se ficar atento com a melhor época de fazer a adubação de cobertura do milho. Como o milho é uma cultura que define seu potencial produtivo muito cedo (4 a 6 folhas abertas), não pode estar sujeito a nenhum estresse nessa época, principalmente relacionado à falta de nutrientes.
Assim, convencionou-se que a adubação de cobertura deverá ser realizada quando o milho estiver com 4 folhas totalmente formadas. Em certos casos, principalmente em solos arenosos e/ou áreas irrigadas essas adubações deverão ser divididas em mais de uma etapa.
A adubação deverá ser feita 7 a 10 dias após a capina, quando for utilizado algum herbicida do grupo sulfonil-uréia (Sanson ou Equip Plus) na capina. A quantidade de adubo empregada será de acordo com o potencial de cada área e estimativa de produção da lavoura.
O adubo será aplicado nas entrelinhas da cultura de milho e enterrado a 5 cm de profundidade, para se evitar perdas do nitrogênio por volatilização, na forma de amônia. Nos casos em que fonte de nitrogênio for o nitrato ou o sulfato de amônio e a propriedade dispuser de bons equipamentos para distribuição, a adubação de cobertura poderá ser feita a lanço.
No entanto, de nada adianta seguir todos esses passos de manejo para o milho para silagem a risca e negligenciar no momento correto da colheita. Para que a silagem tenha boa qualidade, além da lavoura produtiva e sadia, o material deverá ser colhido com matéria seca entre 30 a 33%, bem picado, a fim de que todos os grãos sejam bem danificados.
Outro ponto muito importante é qualidade da compactação e o tempo de fechamento do silo. Quanto maior a compactação e mais rápido o fechamento dos silos, melhor será a silagem.
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