Armarinhos Eliane
Grávida morre em frente a hospital e família suspeita de negligência médica
Syang Siqueira de Souza estava com nove meses de gestação, chegou a ser levada a um hospital após sentir dores e falta de ar. No hospital, ela foi consultada, liberada e morreu horas depois.
Uma jovem de 21 anos, que estava grávida de nove meses, morreu dentro de uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu/192), em frente ao Centro de Saúde de Água Doce do Norte, no Noroeste do Espírito Santo, na madrugada da última segunda-feira (22).
Syang Siqueira de Souza, grávida de Malya, havia passado mal durante a semana e passou a se queixar de dores na região pélvica e sentir falta de ar, mesmo quando estava de pé, no último domingo (21).
Por isso, ela foi levada ainda naquela manhã pelo esposo, Leandro Soares Lorêdo, ao centro de saúde da cidade, onde foi encaminhada por um clínico-geral para o Hospital Estadual Dr. Alceu Melgaço Filho, em Barra de São Francisco, para se consultar com um especialista.
Em conversa com a reportagem de A Gazeta, Leandro relatou que no hospital de Barra de São Francisco, uma médica obstetra analisou Syang, pediu para que ela se deitasse em uma maca, onde fez o exame do toque e informou queela não estava dilatando e que o colo do útero estaria fechado.
Por isso, a obstetra aconselhou que ela e o marido retornassem para casa. Questionada por Leandro sobre a falta de ar de Syang, mesmo quando estava de pé, a doutora disse, segundo a família, que era um sintoma normal na gravidez.
No entanto, disse Leandro, ainda naquele domingo, mas à noite, a esposa voltou a sentir falta de ar ainda mais intensa. Devido a isso, ele levou Syang novamente ao centro de saúde de Água Doce do Norte, onde um médico que estava de plantão prestou socorro à grávida.
"Ele [o médico de plantão] logo passou a desconfiar de um quadro mais grave da minha esposa. Logo, acionaram o Samu de Barra de São Francisco para vir com uma UTI e médicos para poder levar minha esposa ao hospital de Barra de São Francisco, o mais próximo dali", comentou Leandro.
No entanto, de acordo com Leandro, o Samu demorou cerca de 40 minutos para chegar até o centro de saúde de Água Doce do Norte. Já no local, segundo ele, houve demora para que a ambulância levasse Syang até a cidade vizinha.
"Colocaram ela [a Syang] dentro da ambulância, que ficou parada em frente ao Centro de Saúde. O médico do Samu massageou a minha esposa por cerca de 45 minutos, até que em certo momento ele saiu da ambulância e disse que minha esposa havia tido uma parada cardíaca e que minha filha também havia falecido", acrescentou Leandro.
Negligência médica
A partir do ocorrido, a família de Syang suspeita que houve negligência por parte da médica obstetra que atendeu a grávida no Hospital Estadual Dr. Alceu Melgaço Filho, em Barra de São Francisco. Além disso, os familiares citam que a demora do Samu em levar Syang ao hospital, mesmo com a constatação por parte do médico plantonista do Centro de Saúde de Água Doce do Norte de que o estado de saúde da grávida era grave, intensificou a situação.
"Minha esposa morreu, acredito eu, por dois motivos: o primeiro foi pela negligência da médica que nos atendeu em Barra de São Francisco; o segundo, foi pela demora do Samu em levá-la para um hospital mais próximo, com especialista na área", lamentou Leandro.
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