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Mulher que fingiu ter leucemia recebeu R$ 12 mil em doações
A camareira Débora Barros dos Santos, suspeita de fingir ter leucemia para aplicar golpes em Pirenópolis, em Goiás, recebeu ao menos R$ 12 mil em doações. A informação foi dada ao UOL pelo delegado da Polícia Civil Tibério Cardoso.
Segundo Cardoso, um grupo de trabalhadores de uma pousada da cidade procurou a polícia para denunciar que poderiam estar sendo vítimas de estelionato pela colega de trabalho, que atuava no local há cinco anos.
Os colegas de Débora e outras pessoas da cidade faziam doações e compravam até rifas para ajudar a mulher a custear o suposto tratamento médico que ela dizia fazer. A suspeita falava que era acompanhada por uma amiga para fazer os procedimentos hospitalares.
Ela costumava voltar desses tratamentos com esparadrapos pelo corpo, curativos em local que aparentemente ela teria recebido medicação intravenosa e foi conquistando alguns privilégios [no trabalho]. Até o momento em que o pessoal começou a suspeitar, ela nunca apresentou o diagnóstico médico."
Os trabalhadores procuraram a unidade de saúde em que Débora dizia passar, o Hospital de Câncer Araújo Jorge, em Goiânia, e foram informados pela direção médica que ela não fazia tratamento no local. O UOL enviou demanda ao hospital, mas ainda não obteve retorno.
Débora deixou de ir ao trabalho após os colegas pedirem laudos que comprovassem a doença. Depois do sumiço, os trabalhadores foram à polícia denunciar o caso.
"São mais de cem vítimas. É muita gente para ser ouvida. O inquérito vai se estender um pouco em razão disso e, inicialmente, a polícia instaurou esse inquérito para apurar o crime de estelionato, mas se for eventualmente comprovado o envolvimento de terceiras pessoas, a gente pode configurar também associação criminosa e até outros delitos."
De acordo com Cardoso, após a repercussão do caso, a suspeita foi internada no HUGOL (Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira).
A polícia deve requisitar informações sobre o motivo da internação e prontuário médico do local. A reportagem também tenta contato com a unidade de saúde.
O UOL não encontrou nenhum contato de Débora, mas o espaço segue aberto para manifestação.
Relato de colega
Nas redes sociais, uma colega de trabalho de Débora compartilhou o caso e revelou que algumas funcionárias da pousada fizeram até tatuagens para homenagear a camareira.
"Algumas pessoas doaram dinheiro mesmo sem ter condições e tudo não passou de uma mentira. Ficamos sabendo que ela fugiu da cidade, denunciamos na Polícia Civil e buscamos por justiça. Ficamos abalados com essa história, sofremos psicológica e financeiramente", escreveu Aninha de Sá em publicação de 27 de dezembro no Facebook.
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