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Fumaça de queimadas na Amazônia chegam ao Paraná e deixam céu acinzentado

 


Fumaça de queimadas na Amazônia chegam ao Paraná e deixam céu acinzentado
Floresta registra a maior taxa de queimadas de sua história e reflexos se tornam visíveis pelo Brasil e até mesmo em outros países



O município de Cascavel, no oeste do Paraná, registrou um céu acinzentado na manhã desta sexta-feira (9 de setembro), numa situação que causou estranhamento em muitos moradores, já que o tempo na cidade não era de chuva. O fenômeno, que ficou visível a olho nu, como se pode conferir na imagem acima, pode ser explicado pelas queimadas e incêndios florestais que assolam a Amazônia e partes da região Centro-Oeste do Brasil, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).


Segundo os meteorologistas, a fumaça estaria chegando ao Paraná por conta da direção dos ventos pela América do Sul. Em nota, o Simepar ainda explicou que “o trajeto da fumaça e da fuligem gerada naquelas áreas é claramente observado através de informações geradas pelo satélite meteorológico GOES16, o qual monitora, a cada dez minutos, toda essa área do continente sul-americano”.


A altura média desse material suspenso na atmosfera é da ordem de três a 20 quilõmetros de altura. Além disso, os efeitos que a fumaça causa podem ser identificados no nascer e no pôr do sol, deixando-o mais avermelhado assim como o céu mais esbranquiçado durante o dia.


Região atingida

No Paraná, a região oeste do estado foi a mais afetada pelo fenômeno. Além de Cascavel, municípios como Foz do Iguaçu, Guaíra, Nova Santa Rosa e Toledo também registraram céu encoberto por um nevoeiro cinza.


A expectativa é que ao longo dos próximos dias as ocorrências desse tipo se reduzam bastante, por conta da mudança na condição de vento e da passagem de uma frente fria. A partir do próximo dia 18, no entanto, a cortina de fumaça poderia retornar, caso as queimadas e incêndios não cessem. É que uma nova frente fria entrará e os vento também terá sua condição alterada.

Brasil em chamas

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que a média de focos de queimadas na Amazônia registrou um recorde nos cinco primeiros dias de setembro, com aproximadamente dois novos focos a cada minuto (num total de 14.839 focos em cinco dias). Desde o início da série histórica, em 1998, o maior valor em um mês inteiro havia sido registrado em setembro de 2007, com um total de 73.141 focos (20% a menos que a taxa atual, considerando a média diária). informações/por bem Paraná 

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